Choveu, choveu e choveu... E estar em casa, no sofá a ouvir a chuva a cair com o ar condicionado e um pacote de bolachas no colo, com o Rafael no avós é o melhor.
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Choveu, choveu e choveu... E estar em casa, no sofá a ouvir a chuva a cair com o ar condicionado e um pacote de bolachas no colo, com o Rafael no avós é o melhor.
1- Pelo Almoço com a mãe e o pai;
2- Pelo Chá maravilhoso;
3- Pela carne de porco à Alentejana
Depois de 1semana e meia sempre em familia, porque está cá a cunhadita que vive em Londres, ir a sair do Fórum e dizeres que quinta feira vamos passear só nós foi como um bálsamo. Só de pensar nisso é impossível não melhorar um pouco o dia
Chovia. A água caia no mar, ao longe. Nós no carro, quentinhos. Só a relaxar. Haverá melhor maneira de acabar a semana? Nós os três a passear de carro a conversar e a ver o mar. Não, não há melhor.
Cheguei ao trabalho mal humorada. Por mais que me esforce há dias assim. Acordei tarde, a viagem foi aborrecida e pronto. Estava mal disposta. Mas quem aqui estava não descansou enquanto não me fez rir. Agora que penso bem, nem sei bem com o quê, mas fez.
Há dias mais dificeis que outros. Mas é preciso acreditar que serão cada vez menos. Assim é olhar para as pequenas coisas, as que não nos fazem mal. Depois de jantar comi romã. E estava tão, tão docinha.
Sentar no sofá e enrolar-me numa manta que cheira tão bem a lavado. Tão bem que me faz não conseguir parar de a cheirar. É impressionante como este cheirinho a limpo me deixa animada. Não fosse tão tarde ia mudar os lenções na cama. Porque há poucas coisas que me deixem mais animada que deitar numa cama feita de lavado. Não fosse o ambiente e trocava a roupa todos os dias... Vá, dia sim dia não.
Hoje quando cheguei a casa da mãe estva bolo de iogurte em cima da mesa. Não me lembro da ultima vez que tinha comido um simples bolo de iogurte. Foi hoje. É engraçado como os sabores nos podem levar de volta à infância, a tardes de inverno, enrolada numa manta no sofá, em casa da mãe a comer bolo de iogurte quentinho.
De repente acordou. Sinto uns pezinhos mais frios na minha barriga e uma mãozinhas pequeninas a fazerem-me festinhas na cabeço. Abro os olhos ainda ensonada e vejo-o. A sorrir. Lá está o meu mais precioso tesourinho que às vezes me acorda assim. E depois encosta o nariz à minha cara e fica ali durante 5 minutos. Depois? Depois é o desassossego e lá se levanta a mãe às 08:00 de sábado.
Entrei na casa de banho de autocolantes e post it na mão. Estava tudo calmo, mas mal comecei a colocar os post its na parede foi a confusão. E eu a não querer ser apanhada. A emoção aumentou, o coração bateu mais rápido e o sangue correu mais depressa. Mas no fim, ficou. Isso é que conta