Não foi no espelho mas foi nas portas.
Não é um local onde vá todos os dias, mas onde acho que as pessoas precisam de ser animadas.
Será que virá aqui alguém contar o que sentiu?
Espero que sim. Ficam algumas imagens.
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Não foi no espelho mas foi nas portas.
Não é um local onde vá todos os dias, mas onde acho que as pessoas precisam de ser animadas.
Será que virá aqui alguém contar o que sentiu?
Espero que sim. Ficam algumas imagens.
Ontem foi dia de deixar o telemóvel no carro. Por isso fiquei o dia todo sem ele. No entanto não me senti muito bem... Estive sempre preocupada.
Ainda não atingi o nível de despreendimento que me permita fazê-lo. E acho que será mais fácil ao fim de semana. Para não ter nos ombros aquela sensação que o meu escritório pode ter sido destruido e eu no CCB sem saber nada...
Para repetir.
Isto também conta com não dizer o menos positivo que pensas dizer a alguém? Pois que tenho alguma dificuldade nessa área...Muito trabalho a fazer.
E foi na 6ªfeira...
Agora de saudável só o ser sem lactose ;)
No passado sábado foi o batizado do meu sobrinho. E se estas ocasiões não servirem para mais nada, servem pelo menos para juntar a familia.
E foi isso que aconteceu.
Mas o que partilho foi o abraço que devia à imenso tempo à minha prima Jê. Ela está a passar uma fase dificil da vida. A enfrentar esqueletos no armário e a lutar com o preconceito. E tudo isso com 21/22 anos.
E o abraço soube tão bem, significou tanto. Espero que para ela também.
Jê, estou contigo sempre, mesmo longe.
Pois é...
Ontem não quis deixar de dizer a uma pessoa o quanto ela é importante:
Já expliquei aqui que sexta feira fui almoçar com uma grande amiga, que me ofereceu um vestido e que me fez sentir, tão mas tão bem. E pronto. Agora faço questão de dizer às pessoas o quanto elas são importantes. Disse-lhe. Mas também quero que todos percebam quanto é importante para mim tê-las.
E tive resposta:
Digam lá se não sabe pela vida?
Catarina, também gosto muito, muito de ti. Até sermos velhinhas!
Hoje vou almoçar com a minha amiga mais antiga de todas. Já não a vejo há imenso tempo. Mas é daquelas pessoas que sinto sempre como "minha".
No outro dia mandei-lhe uma mensagem e pronto. A sentir-me ansiosa para por toda a conversa em dia :)
Hoje está muito dificil...
102- Acaba com as "guerras" pessoais. Faz o que for melhor para a equipa, mesmo que não seja a coisa mais agradável para ti.
Ontem decidi organizar um almoço de Natal de equipa. A minha equipa está metade em Lisboa e metade no Porto. Por isso o primeiro passo foi escolher o sitio. Que tal Leiria?
Quando chegou a hora de escolher os convidados achei que devia estender o convite a várias pessoas que já não fazendo parte da equipa (esta é uma rampa de lançamento para voos mais altos em outras áreas da empresa) continuavam a ser importantes para mim e creio que o foram para a equipa. Mandei o mail.
Mas houve um nome no qual parei. E para o qual ontem não o enviei...
Esta pessoa fez parte da equipa durante uns oito anos. Já antes disso era minha amiga. Durante esses anos os laços fortaleceram-se. Frequentava a minha casa, o meu filho chamava-a tia.
No inicio do ano houve uma oportunidade de ir para outra equipa. Foi. A mim custou-me um pouco, mas tentei apoiar ao máximo. Ia fazer-me falta e eu não entendia aquilo como uma promoção "per si". Ia fazer-me falta... mas apoiei. Fiz das tripas coração e apoiei.
Em Junho desentendemo-nos. Questões de trabalho. Discutimos. Não foi mais violento que de outras vezes. Para mim mais uma discussão. De trabalho. Que em nada afetava a nossa vida pessoal.
Ela afastou-se. Passou a virar-me as costas no corredor. Dei-lhe tempo.
Um dia descobri que tinha tomado uma decisão muito importante na vida dela. Mandei-lhe um mail a pedir desculpa pela discussão. A explicar-lhe que aquilo para mim era trabalho e a declarar-lhe o meu “amor”. A explicar-lhe a importância dela na minha vida e a dizer que queria continuar a fazer parte da dela.
Respondeu-me de forma fria que não o queria. Que eu lhe fazia mal. Que não queria qualquer contacto extra profissional comigo e que não estava aberta a negociação. Eu tinha deixado de fazer parte da vida dela. Pedi para falarmos pessoalmente, disse-lhe não compreender. Respondeu que se eu quisesse muito podíamos falar mas que a decisão dela estava tomada e não tinha particular vontade de falar comigo. Respeitei.
Desde esse dia estamos juntas muitas vezes. Temos amigos comuns, almoçamos à mesma hora com as mesmas pessoas. Mas a nossa conversa é a mínima e indispensável. Ficámos assim.
Ontem quando mandei o mail partiu-me o coração não a colocar. Não é que não esteja magoada, estou e muito. Não percebo a atitude dela. Muitas vezes estar com essa pessoa (que mal reconheço – opinião partilhada com outros amigos comuns) faz-me mal. Ontem a auto-preservação falou mais alto. Não lhe mandei o mail.
Hoje fiz recall à mensagem e incluí-a. As pessoas da equipa gostam dela. Ela fez parte disto. Não me cabe a mim, mesmo numa posição de liderança, excluí-la. E se ela for, vou trata-la como a todos os outros. E espero que isso me faça bem. Espero mesmo. Acho que só o mandar o mail já me tornou uma pessoa melhor. Não pensem que o objetivo é fazer as pazes. Não o é. Há caminhos que se trilham e que não têm regresso possivel, pelo menos para já. :)
Para mim foi um acto de Kindness.
Isto já está a ser feito aqui. É só ir seguindo!